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      Data da ultima atualização: 21 de setembro de 2009 15:04:52

 


Colesterol alto também é problema de família
Quando pais e filhos têm a doença, a saída está na partilha do tratamento


Quando descobriu que tinha colesterol alto, Maria Regina Vanin Gasparetti (56), não pensou duas vezes e levou os filhos Marco (28), Mayra (25) e Daniel (23) para fazerem exames de sangue. Lembrando que o pai também tinha o problema, ela logo pensou na possibilidade de ter nos filhos novas vítimas da doença, que afeta um em cada cinco brasileiros, de acordo com estimativas do Ministério da Saúde.

Resultados prontos, a confirmação de que o colesterol alto era genético trouxe mudanças de hábito em toda a família. "Cortamos as frituras e diminuímos a carne vermelha, só para começar", afirma o filho caçula. "Também passamos a praticar esportes e tomar um copo de suco de uvas roxas por dia", afirma Maria Regina. A fruta é rica em flavonóides, substâncias que protegem o coração contra as placas de gordura que podem se formar nas paredes das artérias (os ateromas).

Nos casos em que o descontrole no colesterol é genético, no entanto, a prescrição de medicamentos é quase inevitável. Isso porque o organismo tem uma dificuldade natural em metabolizar as gorduras, que ficam passeando pelo sangue e podem, de uma hora para outra, causar o entupimento das artérias.

Além disso, são raros os casos em que pacientes com pouca idade desconfiam do colesterol alto (o que agrava ainda mais a doença e colabora para que o tratamento com remédios seja fundamental mais tarde, quando ela é diagnosticada).

Ainda que os jovens sejam cada vez mais afetados pelo excesso de gordura no sangue (principalmente, devido ao sedentarismo e uma dieta desbalanceada, rica em gorduras e pobre em fibras e vegetais), são poucos os casos em que eles procuram ajuda médica cedo. "O colesterol alto é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Para diagnosticar, só indo ao médico e fazendo um exame de sangue", afirma o cardiologista Roque Savioli, especialista do MinhaVida.

O colesterol e as crianças: o que os pais podem fazer?
A garotada também é vítima de colesterol alto, ainda que muitos só venham a descobrir na adolescência ou já na idade adulta. E, infelizmente, a experiência dos médicos mostra que os casos de origem genética acabam sendo minoria nos consultórios. "O estilo de vida das crianças, com tempo demais em frente ao computador e muitas guloseimas é o principal fator de elevação do colesterol", afirma o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.

Os pais, mesmo que passem a maior parte do dia longe das crianças, têm papel essencial para reverter este quadro. A primeira medida é matricular o filho numa aula de esportes, o que vai acostumá-lo a uma rotina mais ativa desde cedo. A educação nutricional, dentro e fora de casa, também é muito importante. Não adianta ter salada em casa e dar dinheiro para a criança comer uma coxinha na cantina da escola, por exemplo.

A nutricionista Patricia Pimentel, profissional que monta cardápios para crianças em um colégio de São Paulo, garante que o assunto está na boca da molecada. "Um aluno de 9 anos veio contar que havia conseguido baixar o colesterol, mudando a alimentação", afirma. Em vez de regras e proibições, Patrícia e os pais da criança apostaram na criatividade para incentivar o consumo de mais vegetais e menos bobagens. A seguir, veja algumas dicas para convencer seu filho a manter uma dieta saudável, mesmo tendo por perto um monte de amiguinhos que não ligam para o assunto.

 

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