Paralização parcial dos professores da rede pública

Paralizaçao parcial dos professores da rede pública.Professores da rede pública fecham o Eixo Monumental em frente ao Palácio do Buriti

Paralização parcial dos professores da rede pública.Os Professores da Rede
Pública Estadual da Bahia estão com suas atividades paralizadas em protesto ao
projeto aprovado pelo congresso da Terceirização ou seja a PEC 4330.

Paralizaçao parcial dos professores da rede pública.Professores da rede pública fecham o Eixo Monumental em frente ao Palácio do Buriti
Paralizaçao parcial dos professores da rede pública.Professores da rede pública fecham o Eixo Monumental em frente ao Palácio do Buriti

Esse projeto tem como objetivo a escravização da mão de obra em função do
enriquecimento da clase empresarial.

Toda classe trabalhadora está aposto para lutar incansavelmente contra este projeto que tem como meta o empobrecimento de toda classe trabalhadora para deixar os operários em situação de submissão e em resposta a este projeto todas as centrais sindicais e todos os movimentos sociais estarão em mobilização continua para garantirmos direitos que já tinha sido adquerido e agora por causa de um congresso que na sua grande maioria de representantes que fora financiado pelo grande Capital como toca eles teriam que tirar direitos adqueridos ao longo desses anos pelos trabalhadores desse país.

Mais um artigo antológico de PML no link abaixo neste ele ensina lições

Carnavais Malandros E Heróis

Mais um artigo antológico de PML no link abaixo neste ele ensina lições

Carnavais Malandros E Heróis
Carnavais Malandros E Heróis

Mais um artigo antológico de PML neste ele ensina lições de política prática a políticos como Eduardo Cardoso e Tarso Genro entre outros do PT.

Estes reluzentes petistas não estão entendendo a medida do confronto entre PT e PSDB/DEM ou estão com medo, se fazendo de bestas, rifando companheiros, traindo princípios de solidariedade e respeito pela verdade, que deve ser buscada antes de qualquer julgamento.

Nesta a guerra total

que o PSDB/DEM desfecha contra o PT ameaçando até cassar o registro do partido, companheiros estão sendo deixados de lado quando deveriam ser objeto de defesa com a organização e divulgação de documentos que esclareçam os fatos a serem atirados na face dos perseguidores.

Quando alguém é perseguido ou vitimado por uma injustiça o que mais deseja é ser ouvido, que alguém se interese pelos fatos, que queira saber dos acontecimentos, que queira saber da verdade, dos motivos e causas, enfim, do que aconteceu.

No caso da prisão de João Vaccari a conduta do partido continua a mesma do caso da Ação Penal 470, o mensalão”, onde o empenho do PT para esclarecer os fatos foi e continua sendo tíbio, pálido, quando deveria ser categórico, enfático, veemente pois as provas documentais autorizam.

Naquela data com o PT paralisado, em estado de catatonia quase nada foi feito pelo partido para mostrar que o caixa 2 teve existência com grana lícita e privada dos dois bancos, BMG e Banco Rural e que nem Henrique Pizzolato nem João Paulo Cunha tinham desviado dinheiro público para as empresas de Marcos Valério, dois laudos da Polícia Federal e do Banco do Brasil provavam isso, bem como João Paulo sempre dispôs de documentação que o inocentava [2].

Enfim, era como se houvesse um consenso de que se entregues aqueles companheiros aos leões a fome dos predadores seria aplacada e o resto do partido seria deixado em paz. Este modo de pensar e agir é miserável, feito de medo, fraqueza e quase traição de princícpios e valores que sempre orientaram o partido. Tenho particular desprezo por covardes e traíras, tenho nojo de ratos de dois pés.

Se acreditasse em Deus só faria um único pedido a ele: que um dia se uma arma de fogo for apontada para mim que nunca me ajoelhe e peça para não morrer sob a esfarrapada desculpa de que tenho dois filhos para criar, porque o resto é sorte e treino.

Sempre achei curiosa a seleção que a vida faz para certas situações, dificilmente um homem certo é colocado no lugar certo e aí vem o desastre. Ocorre muito isto na política, dentro e fora dos partidos, figuras apagadas, inexpressivas, covardes, sem a mínima instrução para o lugar que ocupam quando não destituídas de caráter se aboletam em lugares de destaque.

Na política existem muitos palhaços ocupando cargos importantes, suas vozes sendo ouvidas e ampliadas, vivem empurrando as coisas com a barriga ao invés de tomarem decisões, fazerem valer princípios, obstar injustiças, fazer e dizer coisas relevantes.

Contudo, a realidade política é muito dinâmica, muda tão rapidamente quanto mudam de formato as nuvens, e aí a

justiça pode ser feita, estas pessoas erradas no lugar errado irem para o lugar certo.

No PT estamos precisando rapidamente desta seleção natural que afaste tipos como Eduardo Cardoso e outros mais, finórios e sem princípios, profissionais na arte de rifar companheiros deixado-os ao abandono, sozinhos na arena, entregues às feras para imolação pública e alegria dos que querem destruir o braço político dos trabalhadores.

Estou conclamando a toda a esquerda brasileira para defendermos o Estado Democrático de Direito

CUT conclama trabalhadores, movimentos sociais e militantes de todo o país para atos em defesa da Petrobrás, Democracia e Direitos

CUT conclama trabalhadores, movimentos sociais e militantes de todo o país para atos em defesa da Petrobrás, Democracia e Direitos

CUT conclama trabalhadores, movimentos sociais e militantes de todo o país para atos em defesa da Petrobrás, Democracia e Direitos
CUT conclama trabalhadores, movimentos sociais e militantes de todo o país para atos em defesa da Petrobrás, Democracia e Direitos

Estou conclamando a toda a esquerda brasileira para defendermos o Estado Democrático de Direito. Devemos estar de agora por diante sempre alerta e prontos para ação pois a classe dominante, perversa, dessa Nação valendo-se do controle que ainda tem da estrutura do Estado nacional, principalmente de partes do Judiciário, do Ministério Público e da Policia Federal está fazendo uma investida sobre direitos sem precedentes em períodos democráticos.

No Congresso Nacional, particularmente na Câmara dos Deputados os partidos que representam a classe dominante, PSDB, DEM, PSB e parte do PMDB, querem dá um golpe branco no Estado Democrático subtraindo DIREITOS SOCIAIS com a terceirização (PL 4330) e vulnerando acerbamente os tão fragilizados DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS CIDADÃOS com a redução da maioridade penal através da PEC 171.

É o que estamos vendo: é uma classe dominante raivosa e perversa que teima em manter a maioria da população em estado de semi-escravidão teimando contra as reformas empreendidas pelo PT e partidos aliados ao longo dos últimos doze anos.

Este é o x da questão: teima a classe dominante em impedir as políticas púbicas que pela primeira vez direcionaram os gastos do ORÇAMENTO PÚBLICO para uma parcela esquecida da população brasileira através dos programas sociais, dos quais o mais vistoso é o Bolsa Família, que retirou milhões de crianças e adultos da total indigência e desnutrição.

Sei que o PT não está sendo execrado pelos seus erros, que foram muitos, mas por seus acertos, o que comprava a maioria que o conduziu três vezes à Presidência da República.

São estes fatos que deixaram a classe dominante mais raivosa pois com eles advém a possibilidade de vitória nas eleições de 2018 e o aprofundamento da consciência de que é possível realizar um projeto de nação Portanto, que suplante de vez uma classe dominante subserviente aos interesses estrangeiros e inimiga do povo brasileiro.

Portanto, esquerda brasileira, movimentos sociais e beneficiados com as politicas públicas implementadas por esse governo tais como: Bolsa Família, Minha Casa – Minha vida, Mais Médicos e outros, estejamos a postos para garantirmos o mandato do governo Dilma pois além de mantermos um governo legítimo, eleito pela maioria do povo brasileiro, será também a certeza que continuaremos garantindo a inclusão de milhões e milhões de famílias a um patamar mínimo de civilização e também não permitirmos que milhões de brasileiros que antes dos governos do PT viviam a margem para lá voltem.

A guerra entre PSDB e DEM versos PT

Papa Francisco

A guerra entre PSDB e DEM versos PT. Neste ele ensina lições de política prática a políticos como Eduardo Cardoso e Tarso Genro entre outros do PT.

Estes reluzentes petistas não estão entendendo a medida do confronto entre PT e PSDB/DEM ou estão com medo, se fazendo de bestas, rifando companheiros, traindo princípios de solidariedade e respeito pela verdade, que deve ser buscada antes de qualquer julgamento.

Nesta a guerra total que o PSDB/DEM desfecha contra o PT ameaçando até cassar o registro do partido, companheiros estão sendo deixados de lado quando deveriam ser objeto de defesa com a organização e divulgação de documentos que esclareçam os fatos a serem atirados na face dos perseguidores.

Quando alguém é perseguido ou vitimado por uma injustiça o que mais deseja é ser ouvido, que alguém se interese pelos fatos, que queira saber dos acontecimentos, que queira saber da verdade, dos motivos e causas, enfim, do que aconteceu.

No caso da prisão de João Vaccari a conduta do partido continua a mesma do caso da Ação Penal 470, o mensalão”, onde o empenho do PT para esclarecer os fatos foi e continua sendo tíbio, pálido, quando deveria ser categórico, enfático, veemente pois as provas documentais autorizam. Naquela data com o PT paralisado, em estado de catatonia quase nada foi feito pelo partido para mostrar que o caixa 2 teve existência com grana lícita e privada dos dois bancos, BMG e Banco Rural e que nem Henrique Pizzolato nem João Paulo Cunha tinham desviado dinheiro público para as empresas de Marcos Valério, dois laudos da Polícia Federal e do Banco do Brasil provavam isso, bem como João Paulo sempre dispôs de documentação que o inocentava [2]

Enfim, era como se houvesse um consenso de que se entregues aqueles companheiros aos leões a fome dos predadores seria aplacada e o resto do partido seria deixado em paz. Este modo de pensar e agir é miserável, feito de medo, fraqueza e quase traição de princícpios e valores que sempre orientaram o partido. Tenho particular desprezo por covardes e traíras, tenho nojo de ratos de dois pés.

Se acreditasse em Deus só faria um único pedido a ele: que um dia se uma arma de fogo for apontada para mim que nunca me ajoelhe e peça para não morrer sob a esfarrapada desculpa de que tenho dois filhos para criar, porque o resto é sorte e treino. Sempre achei curiosa a seleção que a vida faz para certas situações, dificilmente um homem certo é colocado no lugar certo e aí vem o desastre.

Ocorre muito isto na política, dentro e fora dos partidos, figuras apagadas, inexpressivas, covardes, sem a mínima instrução para o lugar que ocupam quando não destituídas de caráter se aboletam em lugares de destaque. Na política existem muitos palhaços ocupando cargos importantes, suas vozes sendo ouvidas e ampliadas, vivem empurrando as coisas com a barriga ao invés de tomarem decisões, fazerem valer princípios, obstar injustiças, fazer e dizer coisas relevantes.

Contudo, a realidade política é muito dinâmica, muda tão rapidamente quanto mudam de formato as nuvens, e aí a justiça pode ser feita, estas pessoas erradas no lugar errado irem para o lugar certo. No PT estamos precisando rapidamente desta seleção natural que afaste tipos como Eduardo Cardoso e outros mais, finórios e sem princípios, profissionais na arte de rifar companheiros deixado-os ao abandono, sozinhos na arena, entregues às feras para imolação pública e alegria dos que querem destruir o braço político dos trabalhadores.

‘Crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia’, diz Leonardo Boff

Leonardo Boff, sobre Marina: “Pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora”

‘Crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia’, diz Leonardo Boff

Teólogo afirma que veículos de comunicação são golpistas e contra o povo, mas com os movimentos sociais emergiu uma nova consciência política, e o outro lado ficou sem condições de dar o golpe

Crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia’, diz Leonardo Boff
Crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia’, diz Leonardo Boff

A crise econômica e política pela qual o país atravessa neste momento é “em grande parte forjada, mentirosa, induzida, ela não corresponde aos fatos”, afirma o teólogo Leonardo Boff. Segundo ele, a crise é amplificada por uma dramatização da mídia.

“Essa dramatização que se faz aqui é feita pela mídia conservadora, golpista, que nunca respeitou um governo popular. Devemos dizer os nomes: é o jornal O Globo, a TV Globo, a Folha de S. Paulo, o Estadão, a perversa e mentirosa revista Veja.”

Em entrevista à Rádio Brasil Atual na segunda-feira (9), o teólogo disse que, no entanto, o atual nível de acirramento no cenário político não preocupa porque, para ele, comparado a outros contextos históricos, a “democracia amadureceu”.

Ele diz acreditar, ainda, na emergência de uma “nova consciência política”.
Boff também considera que o cenário brasileiro é bastante diferente da Grécia, Espanha e Portugal, onde são registradas centenas de suicídios, por conta do fechamento de pequenas empresas e do desemprego, e até mesmo de países centrais, como os Estados Unidos, que veem a desigualdade social avançar .Ele diz acreditar, ainda, na emergência de uma “nova consciência política”.

Boff também considera que o cenário brasileiro é bastante diferente da Grécia, Espanha e Portugal, onde são registradas centenas de suicídios, por conta do fechamento de pequenas empresas e do desemprego, e até mesmo de países centrais, como os Estados Unidos, que veem a desigualdade social avançar.

“A situação não é igual a 64, nem igual a 54”, compara. “Agora, nós temos uma rede imensa de movimentos sociais organizados. A democracia ainda não é totalmente plena porque há muita injustiça e falta de representatividade, mas o outro lado não tem condições de dar um golpe.”

Para Boff, não interessa aos militares uma nova empreitada golpista. Restaria ao campo conservador a “judicialização da política”: “Tem que passar pelo parlamento e os movimentos sociais, seguramente, vão encher as ruas e vão querer manter esse governo que foi legitimamente eleito. Eles têm força de dobrar o Parlamento, dissuadir os golpistas e botá-los para correr”.

Sobre o ‘panelaço’ ocorrido no domingo (8), durante o discurso da presidenta Dilma Rousseff para o Dia Internacional da Mulher, Boff afirma que o protesto é “totalmente desmoralizado”, pois “é feito por aqueles que têm as panelas cheias e são contra um governo que faz políticas para encher as panelas vazias do povo pobre”.

O teólogo afirma que a manifestação expressa “indignação e ódio contra os pobres” e são símbolo da “falta de solidariedade”: “O panelaço veio exatamente dos mais ricos, daqueles que são mais beneficiados pelo sistema e que não toleram que haja uma diminuição da desigualdade e que gostariam que o povo ficasse lá embaixo”.

Sobre o ato programado pela CUT e movimentos sociais para sexta-feira (13), Leonardo Boff diz que a importância é reafirmar os valores democráticos e a defesa da soberania do país: “Aqueles que perderam, as minorias que foram vencidas, cujo projeto neoliberal foi rejeitado pelo povo, até hoje, não aceitam a derrota. Eles que tenham a elegância e o respeito de aceitar o jogo democrático”.

O teólogo frisa, mais uma vez, não temer o golpe. “É o golpe virtual, que eles fazem pelas redes sociais e pela mídia, inventando e fantasiando, projetando cenários dramáticos, que são projeções daqueles que estão frustrados e não aceitam a derrota do projeto que era antipovo.”

O que é corrupção a depender do ponto de vista

Imagem relacionada ao texto sobre corrupção

O que é corrupção a depender do ponto de vista.Corrupção como afanameto do dinheiro público tal como o aborto e a sexualidade alheia são assuntos “quentes” para os propagandistas e táticos das manobras políticas.

Imagem relacionada ao texto sobre corrupção
Imagem relacionada ao texto sobre corrupção

Sempre que um político de esquerda ou de direita é enredado em qualquer destes assuntos estará em um mar de mal-entendidos, preconceitos, enfim, em uma polêmica infindável.

Desta maniera, por provocarem sempre desacordo, atitudes irracionais e histeria coletiva são usados pela direita e seus táticos para enredar os inimigos.

Vamos tecer considerações neste texto apenas sobre o problema da corrupção, do roubo da grana pública, que não é uma questão de ética na política mas uma política de Estado tal qual a tortura, como procurarei demonstrar.

 Vejamos o seguinte dado: a classe dominante brasileira, que corresponde a 5 mil famílias, acumula uma riqueza correspondente a 46% do PIB – 691 bilhões de reais em dados de 2003, realidade provada em estudo do IPEA (Atlas da Exclusão Social – os ricos do Brasil).

Como é possível esta minoria, que corresponde a menos de 0,001% da população ser dominante? Ideologias diversionistas, incapacidade de organização política das classes subalternas explicam a dominação da maioria por esta minoria mas a corrupção explica melhor a nervura porque nos faz ver a operacionalidade da dominação.

Ou seja, sem distribuir algumas migalhas para alguns ou um monte de grana para outros a classe dominante deixaria de ser dominante, sem “engraxar”, corromper e sem a adoração do deus dinheiro como ideologia  o capitalismo como conhecemos não existiria.

O funcionamento desta engrenagem é simples e prática, tudo muito consentâneo com o pragmatismo do empresariado. A forma de distribuição deste cala-boca é a disponibilização de dinheiro para ser roubado por juízes, desembargadores, prefeitos, diretores de colégios públicos, Ministério Público e membros das Forças Armadas.

A grana pública que é destinada para estes entes só formalmente passam pelos Tribunais de Contas, nunca é fiscalizada ou quando é ocorre a divisão, o acerto. Admitamos, disponibilizar uma montanha de dinheiro como se faz na saúde pública sem a fiscalização e controle é pedir para o dinheiro ser roubado.

É neste ponto que a dominação é percebida como controle do poder, controle do Estado (a síntese da correlação de forças políticas). É com a grana existente no ORÇAMENTO PÚBLICO, com os fundos públicos que se forma a classe média, este colchão entre o povo e a classe dominante. Estes fundos públicos são transferidos legalmente ou ilegalmente, pela corrupção.

Em resumo, quando o sujeito rouba mesmo que seja uma migalha já aceita a sociedade como ela é, injusta e absurda em termos de apropriação individual da riqueza socialmente produzida. Caso se começasse a prender gente por roubo do dinheiro público, prefeitos, vereadores, juízes, desembargadores, funcionários públicos, o sistema explodiria, uma revolução ocorreria pois o suspiro da panela de pressão seria fechado.

Sem cooptação, sem corrupção, só pela força a classe dominante não dominaria por muito tempo pois todos sabem que os governos mais fracos são os que mais recorrem à violência para dominar.  Assim, a corrupção é uma política de Estado, é sistêmica, como a tortura e a violência policial, não é uma aberração, disfunção do sistema, desvio de conduta individual, um problema ético. No Brasil o dinheiro público foi feito para ser roubado.

Corrupção é uma tática de dominação, de cooptação das lideranças dos dominados, e assim deve ser compreendida ou então seremos otários a repetir babaquices como “pela ética na política”. Os meios de comunicação no Brasil, propriedade de apenas seis famílias, não são contra a corrupção, por óbvio. Tentam achacar o governo com o recado: pare de investigar a corrupção que pararemos de lhe associar a corruptos.

O azar foi que encontraram dois estadistas em seus caminhos, o ex presidente Lula e a Presidenta Dilma, que sabem que se o Presidente da República vergar-se a chantagens nada mais restará no país.  É esta batalha frontal e às vezes também triangulada que temos visto nos últimos doze anos entre o PT, a classe dominante e seus pistoleiros e muitos incautos pelo meio.

A prisão de Vaccari,tesoureirto do PT

Como roubar e depois gritar “pega ladrão” A imprensa golpista acaba de descobrir mais um bolivariano

A prisão de Vaccari,tesoureirto do PT

 A prisão de Vaccari,tesoureirto do PT

A prisão de Vaccari,tesoureirto do PT

João Vaccari, tesoureirto do PT, foi preso agora pela manhã. Ontem comecei a ler a DENÚNCIA oferecida contra ele e mais outros réus. Quero conhecer quais os fatos que lhe imputa o Ministério Público e a consistência da acusação contra ele.

Na segunda-feira, 13/abril, comentava com um amigo que tudo levava a crer que a mesma tática usada no “mensalão” para destruir o PT estava ainda em curso, encarcerar seus dirigentes, execrá-los como ladrões em verdadeiro espetáculo de facciosidade e opção de classe.

Um fato serve de apoio para minha tese: em fevereiro, na véspera da data de aniversário da fundação do PT, 35 anos, Vaccari foi CONDUZIDO COERCITIVAMENTE pela Polícia Federal para oitiva.

É óbvio que aquilo foi uma jogada do juiz Moro ou do delegado da PF para que os meios de comunicação exibissem Vaccari entrando no carro da polícia; para o grande público tinha sido preso, já estava condenado e execrado como ladrão, corrupto.

A CONDUÇÃO COERCITIVA é prevista nos artigos 218, 260, 278 do Código de Processo Penal para o acusado, a testemunha ou perito que não comparecerem em juízo ou perante autoridade policial quando intimados.

Vacarari nunca se negou a comparecer na PF para esclarecer as doações recebidas pelo partido e o mais que lhe imputarem daí não se justificava a CONDUÇÃO COERCITIVA.

Desta maneira não tenho dúvidas: o objetivo das prisões que começaram no “mensalão”, ação penal 470, é destruir o PT na opinião pública, intimidar seus dirigentes, filiados, simpatizantes e eleitores.

A classe dominante está agindo através de seu braço político enquistado no Estado – no Judiciário, no Ministério Público e na Polícia.

Ela teima obstinadamente em manter o povo brasileiro em estado de semi-escravidão e não hesita na escolha dos meios, se fraudulentos, criminosos ou não, interessa os resultados, destruir o principal partido de esquerda e braço político dos trabalhadores.

O ex-presidente Lula não está preso, com a cara na grade e execrado como ladrão, porque o país entrará em convulsão caso venham a prendê-lo, sua liderança e popularidade tem sido o habeas corpus.

Veremos como esta perseguição irá acabar pois vão encarcerar mais gente e mais cedo ou mais tarde haverá um duelo entre perseguidos e perseguidores e o perdão está afastado desta contenda.

Este negócio não vai acabar bem..chat ao vivo

 

Texto: Dr. Luiz Brasileiro

Escolarizando o mundo

Jornada Pedagógica do Mandinho Almeida

Escolarizando o mundo

Jornada Pedagógica do Mandinho Almeida

Jornada Pedagógica do Mandinho Almeida

Jornada Pedagógica do Mandinho Almeida

A jornada Pedagógica 2015 do Colégio Estadual Mandinho Almeida nos turnos diurno e noturno tendo como reflexão temática: Avaliação como forma de inclusão e não de exclusão.

Participem desses momentos para juntos construirmos uma escola onde os nossos alunos se sintam extremamente integrados e construtores do seu próprio processo de ensino aprendizagem.

As palavras sabem muito mais longe

Formatura

As palavras sabem muito mais longe

Nesse momento tão significativo, gostaria de saudar os nossos queridos pais, extensivo a todas as autoridades presentes nessa confraternização dos nossos concluintes do 3º ano do ensino médio dessa honrosa instituição de ensino.

Para iniciarmos essa nossa reflexão trago como fonte de fundamentação a epígrafe do livro Correspondência, de Bartolomeu, do qual estou falando e no qual se lê: “as palavras sabem muito mais longe.”

Alunos, pais , professores e comunidade de um modo geral estão atentos .
Alunos, pais , professores e comunidade de um modo geral estão atentos .
“Gostaria ao dirigir estas palavras que vocês me ajudassem, pois há palavras que precisamos fazer dormir em nossos dicionários, pois nos machucam muito.

Gostaria ao dirigir estas palavras que vocês me ajudassem, pois há palavras que precisamos fazer dormir em nossos dicionários, pois nos machucam muito. E trago, também, palavras para acordar. A escola inteira vai gostar de ouvi-las, certamente. São palavras que amamos, em que nesse exato momento gostaria de dar de presente.

Quais seriam umas e outras? Começando por aquelas para fazer dormir em dicionários, sem que jamais se levantem, entrego a vocês estas: INDIVIDUALISMO/DESESPERANÇA/DESCONFIANÇA/DESCRÉDITO/DESÂNIMO. Vocês podem como sempre fizeram ao longo desses 7 anos que estão por aqui . O que vocês acham delas?
Essas palavras não podem estar dentro da nossa escola, não é mesmo? Como trabalhar solitariamente ao invés de solidariamente com nossos colegas de escola se sabemos que, juntos, a gente pode muito mais, mais que todas as palavras? Se juntos, não temos nada a temer! Como não acreditar em vocês meus queridos alunos, se somos nós o seu apoio, seu porto e acolhida no mundo, se eles estão ainda estão chegando e precisam de hospitalidade, cuidado e afago? Como não confiar em vocês depois desses longos anos de convivência, se eles nem mesmo estão completos, acabados, são apenas princípio, devires, horizontes de possíveis? Como não toma-los pela mão, se em vocês a vida apenas está começando, por vezes já dura e amarga? Como não ter esperança nesse novo começo que temos diante de nós e que, dependendo de como forem nossas experiências conjuntas, pode se abrir em belas florações? Nossos jovens são, na verdade, vida e, ao mesmo tempo, promessas da vida e precisam muito de seus mediadores. Como não nos animarmos se podemos contribuir com esse florescimento, numa primavera juvenil? Mesmo até que eles cos digam não, mesmo até que tenham outas companhias, o bom professor nunca foi tão necessário em tempos em que milhares deles estão muito abandonados.

Sem afetos, sem projetos, sem um porto feliz para uma ancoragem segura.

E, na verdade, essas palavras não são apenas para fazer dormir em dicionários, mas para apagar e para que elas nunca mais apareçam, sejam nos dicionários da escola ou em qualquer outro lugar!

E agora, quais palavras escolher para acordar, aquelas palavras que toda escola, todo o mundo irá gostar de ouvir? Seriam muitas e belas, pois são palavras que amamos, porque são meigas e doces. Elas são formosas. Elas nos fazem bem! Sobre elas nada vou dizer, pois não é preciso. Elas falam por si mesmas e todas as entendemos. E também não se trata de explica-las, porque elas fogem de explicação ou de completo entendimento. Elas falam ao pensamento, mas também aos sentimentos e muito mais. E também, se quiserem, vocês mesmos as explicam, como também espero que tragam outras belas palavras formosas para essa reflexão. Sim, imaginei ao terminar esse discurso, com as palavras que vocês querem acordar. Aí , sim, ficará mais belo e completo. Vamos as palavras: REINVENÇÃO E CRIATIVIDADE, pois bem continuem criando e reinventando por onde vocês passarem.

Recife instala pólo de informática

Recife concentra maior pólo de informática do país

Recife concentra maior pólo de informática do país

Centro velho abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil.
Empresas inventam novos softwares e conquistam clientes mundialmente.

Recife, em Pernambuco, concentra o maior pólo de informática do Brasil, com empresas que inventam novos softwares e conquistam clientes no mundo inteiro. A maioria delas está no centro velho, que abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil
.
São empresas que produzem sistemas que controlam hospitais, escolas, gerenciam bancos de dados e são responsáveis pela gestão financeira de multinacionais, além de programas de computador que acendem, desde um único semáforo, até grandes metrópoles.

Perto do marco zero da capital, funciona o porto digital, uma reunião de 200 empresas de tecnologia, que geram seis mil empregos e faturam R$ 700 milhões por ano. Nesses prédios históricos nascem novidades usadas no mundo inteiro.

A empresa criada por Ismar Kaufman, o primeiro a chegar ao local no fim dos anos 90, com apenas R$ 1 mil, hoje vale R$ 10 milhões. Desde o princípio, o empresário foi apoiado pelo Sebrae, que tem um projeto de desenvolvimento das empresas de tecnologia da informação.

“São quatro vertentes que o projeto trabalha. Trabalha a vertente da inovação, da integração, da capacitação técnica e gerencial e mercado. Especificamente em mercado, a ideia do projeto é prospectar novos mercados, tentando identificar para as empresas que fazem parte do APL as oportunidades externas”, afirma Péricles Negromonte, do Sebrae em Pernambuco.

A equipe de Ismar Kaufman é formada por 38 especialistas em computação. Eles criaram um programa que gerencia, sozinho, a manutenção e a operação de grandes empresas de energia, gás e transporte. O software está instalado em mais de 20 companhias, em todo o Brasil e é responsável por um terço da transmissão de energia elétrica no país.

“Se a gente buscar isso no dia-a-dia, deixar de fazer discurso e buscar isso na prática do dia-a-dia, a gente consegue, mesmo em empresas pequenas como a nossa, desafiar grandes multinacionais e liderar mercados como a gente tem liderado o mercado de transmissão de energia no brasil. E agora a gente está tentando outros mercados também”, diz Ismar Kaufman.

Há 10 anos, a empresa cria programas ou aluga mão-de-obra para clientes dos Estados Unidos. Agora, o software é usado pelos aeroportos de Cabo Verde, na África. O Sebrae faz missões internacionais em busca de negócios para o porto digital. “As empresas do porto digital já exportam. Isso gira em torno de um faturamento de R$ 154 milhões por ano só de exportação”, completa Negromonte.

Numa capacitação do Sebrae, os funcionários aprenderam melhores práticas no desenvolvimento de programas. O resultado foi uma redução de 56% na quantidade de erros. O Sebrae também ajudou a empresa a conseguir a certificação para os processos de teste do software.
“Isso trouxe ganhos muito grandes para os nossos clientes. A gente sabe exatamente quanto tempo vai testar cada funcionalidade, cada versão nova que a gente vai testar para os nossos clientes”, afirma Kaufman.

Estudantes
Os estudantes de computação também conseguiram espaço no mercado. O porto digital tem uma área exclusiva para o desenvolvimento de projetos. É uma incubadora onde 13 jovens empresas criam produtos inovadores.

Um deles já teve a qualidade reconhecida num prêmio nacional: um programa para pagar a conta em bares e restaurantes através do celular. Uma invenção de quatro colegas de faculdade. “A gente pensou em alguma coisa para evitar essas filas. Foi daí que surgiu o produto”, diz Bruno Inojosa, empresário.
O sistema não é complicado. O cliente cadastra seus cartões de crédito no site da empresa. Quando for ao restaurante, basta fornecer o número do celular para o garçom. Na hora de ir embora, checa a conta no aparelho e autoriza o pagamento.

“Aí ele recebe uma confirmação de que o pagamento foi realizado. o sistema financeiro do estabelecimento também recebe a confirmação. E já pode sair do estabelecimento sem precisar passar no caixa”, diz Bruno.

O grupo foi premiado na Campus Party, considerada o maior evento de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo. Durante a feira, em São Paulo, eles ganharam R$ 100 mil para desenvolver o produto. O dinheiro vai ser investido em consultorias de segurança e no desenvolvimento de um sistema de vendas. A ideia é colocar o software no mercado no segundo semestre.
“A gente largou tudo, largou estágio. Está apostando nesse produto para sobreviver dele. A gente quer lançar essa inovação no mercado e, se der certo, a gente vai com força total”,

Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI

Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI

ProEMI
Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI
OFICINA DE COMUNICAÇÃO E USO DE MIDIAS

O CEMA, por meio do Programa Ensino Médio Inovador (PROEMI) disponibilizou em 2014, as oficinas de Leitura e Letramento, expressão corporal, Iniciação Científica e Comunicação e Uso de Mídias, a fim de fornecer algumas das ferramentas necessárias para desenvolver as aptidões e habilidades dos educandos, promovendo assim um bom desempenho intelectual e social aos nossos alunos.

Aqui tem merenda escolar de qualidade! Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI OFICINA DE COMUNICAÇÃO E USO DE MIDIAS
Aqui tem merenda escolar de qualidade!
Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI
OFICINA DE COMUNICAÇÃO E USO DE MIDIAS

Aqui tem merenda escolar de qualidade!

• AQUI TEM MERENDA ESCOLAR DE QUALIDADE!
Aqui tem merenda escolar de qualidade! Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI OFICINA DE COMUNICAÇÃO E USO DE MIDIAS
Aqui tem merenda escolar de qualidade!
Programa Ensino Médio Inovador- ProEMI
OFICINA DE COMUNICAÇÃO E USO DE MIDIAS

Aqui tem merenda escolar de qualidade! A escola desempenha um importante papel na formação dos hábitos alimentares. Visto que é nesse ambiente que substancial proporção de crianças e adolescentes permanece por expressivo período de tempo diário. Levando assim, a gestão a se preocupar em oferecer para os alunos uma alimentação equilibrada, essencial para o seu desenvolvimento como um todo.

VIAGEM A CACHOEIRA- Programa Ensino Médio Inovador -(ProEMI)

O CEMA, por meio do Programa Ensino Médio Inovador (PROEMI) disponibilizou em 2014,
O CEMA, por meio do Programa Ensino Médio Inovador (PROEMI) disponibilizou em 2014,

O CEMA, por meio do Programa Ensino Médio Inovador (PROEMI) disponibilizou em 2014, as oficinas de Leitura e Letramento, expressão corporal, Iniciação Científica e Comunicação e Uso de Mídias, a fim de fornecer algumas das ferramentas necessárias para desenvolver as aptidões e habilidades dos educandos, promovendo assim um bom desempenho intelectual e social aos nossos alunos

Festival de Quadrilha

CEMA - Atividades interdisciplinares

Festival de Quadrilha Regional Direc04

Festival de quadrilha Cema Almeida
Festival de quadrilha Cema Almeida

No mês de junho, o colégio CEMA foi o primeiro colocado no festival de Quadrilhas 2014, promovido pela Diretoria Regional de Educação (DIREC 4) no município de Santo Antônio de Jesus, celebrando o tema: “Salve a seleção: um povo mestiço construindo a nação”, representando além de uma manifestação artística, um resgate à diversidade cultural do povo brasileiro

AQUI TEM MERENDA ESCOLAR DE QUALIDADE!

• AQUI TEM MERENDA ESCOLAR DE QUALIDADE!
• AQUI TEM MERENDA ESCOLAR DE QUALIDADE!

A escola desempenha um importante papel na formação dos hábitos alimentares. Visto que é nesse ambiente que substancial proporção de crianças e adolescentes permanece por expressivo período de tempo diário. Levando assim, a gestão a se preocupar em oferecer para os alunos uma alimentação equilibrada, essencial para o seu desenvolvimento como um todo.

Palavra do Diretor – O Informativo do CEMA

Cema Almeida
Cema Almeida em um rumo melhor

CONCEIÇÃO DO ALMEIDA – Palavra do Diretor – O Informativo do CEMA cumprindo o seu dever de informar seus leitores, foi em busca de mais informações sobre os 30 anos desta instituição e entrevistou o atual diretor, o professor Marilson Carvalho. Veja o que ele nos respondeu:
IC – Como tem sido sua trajetória, enquanto diretor desta instituição?
MC – Esta minha trajetória como gestor tem sido encarada como uma experiência positiva, pois administrar nos moldes modernos não é uma

experiência fácil, uma vez que, tem que ter por base uma gestão participativa. Isto porque, as diferenças existem e devem ser contempladas e não encaradas de modo unilateral.

IC – Quais as contribuições das ações desenvolvidas no CEMA para a construção do conhecimento dos nossos alunos?
MC – Dentro do período de minha gestão o que tem contribuído bastante para o aprimoramento do conhecimento dos alunos foi a mudança do sistema de avaliação, visto que é um modelo que nos diferencia de outras instituições por buscar a inclusão do aluno. Já foi comprovado que a avaliação global tende a incentivar os educandos a estudarem mais. Podemos comprovar isso com os resultados obtidos no IDEB, o qual já atingimos a meta prevista para 2021. Outras ações que se constituem em elementos primordiais, são eventos como a Gincana Pedagógica e a Feira do Conhecimento, por incentivarem a busca pela construção de novos conhecimentos.

Por (Marilson Santos)

Como roubar e depois gritar “pega ladrão”

Como roubar e depois gritar “pega ladrão” A imprensa golpista acaba de descobrir mais um bolivariano, o famoso Thomas Piketty, o autor do livro “O CAPITAL NO SÉCULO XXI.”

Este livro tem sido muito discutido e já é um sucesso de vendas além de ser lido por estadistas e políticos com alguma instrução em todo o mundo. Um dos tópicos discutidas no livro é a tributação e a distribuição da carga tributária entre os cidadãos, assunto proibido de constar no Brasil na pauta da mídia corporativista e inimiga da verdade factual.

Admitamos, achacar os governos do PT, intimidar políticos de esquerda e constranger cidadãos que não se coadunam com seus desígnios conservadores e indecorosos tem sido a faina da mídia golpista. Para tanto, além de inventar estórias, omitir notícias os pistoleiros criam palavras com o intuito de estigmatizar seus alvos. Foi assim que inventaram o termo “bolivarismo”, mais um destes crimes lavrados na folha corrida dos pistoleiros da classe dominante assalariados nas redes de tv, jornais e nos blogs da mídia corporativa e familiar para atentar contra a reputação de quem não reza pela cartilha deles, aferrados defensores da semi-escravidão a que está submetida grande parte do povo brasileiro. Mas a verdade é que o que o economista francês autor do importante livro afirma o é que todos os bolivarianos sabem: um sistema tributário injusto, aquele onde os empregados pagam mais impostos que os patrões, tal é o caso do Brasil, cria desigualdades abissais e é a principal causa da concentração da grana. Esconder esta verdade é um dos objetivos e razão de existir da mídia golpista, patrimônio de apenas seis famílias, que decidem o que devemos saber e pensar no Brasil.

Quem sonega ou não é tributado acumula ou multiplica seu patrimônio em escala geométrica. Disto todo mundo sabe, daí o pulo-do-gato é esconder este privilégio e se passar por vítima. Vejamos como uns patifes enriquecem metendo a mão no bolso da população e ainda se usufruem dos tributos pagados por suas vítimas. A maioria dos tributos insertos em nosso Sistema Tributário (Capítulo I, do Título VI, da Constituição Federal) são tributos indiretos, isto é, quem paga são os consumidores, apenas aparentemente são pagados pelos empresários pois estes apenas repassam ao Estado quando não embolsam, sonegam, afanam esta grana pública.

Para espancar qualquer dúvida sobre a carga tributária que injustamente é distribuída sobre a população foi votada no Congresso Nacional a Lei nº 12.741/2012 que obriga sociedades empresárias a discriminar nas notas e cupons fiscais os tributos pagos pelo cidadão, mas até hoje é descumprida pelo empresariado. Por que será? Nenhum dos tributos relacionados na Lei nº 12.741/2012, [2] é pago pelos empresários mas sim pelos consumidores, tais sejam: 1) Imposto sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); 2) Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS); 3) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); 4) Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF); 5) Contribuição Social para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) – (PIS/Pasep); 6) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); 7) Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide). Ao todo são sete tributos das espécies impostos, contribuições socais e intervenção no domínio econômico que são PAGADOS pelo CONSUMIDOR e não pelo empresariado.

Quando lhe dizerem que a carga tributária no Brasil é grande pergunte: para quem? A imprensa golpista e os inventores do impostômetro, inimigos viscerais do sonegômetro, procuram manter o governo na defensiva e a população ludibriada com esta conversa de que pagamos muitos impostos, sem explicar quem paga estes impostos todos. No Brasil ricos quase não pagam impostos, quando pagam o fazem de maneira ínfima e completamente desproporcional ao respectivos patrimônios. Foi assim, com mão-de-gato, vitimando e se fazendo passar por vítima que toda a infra-estrutura que temos no país tais como estradas, portos, usinas hidrelétricas, indústria do petróleo, do aço e da telefonia (garfadas nos governos de FHC) vieram a existir: com os impostos arrecadados dos trabalhadores. Para que se tenha uma ideia da injustiça do sistema tributário que o “Centrão” (um condomínio formado entre o PFL e demais partidos de direita de menor expressão) empurrou na goela do povo brasileiro na Assembleia Constituinte de 1988 grande parte do dinheiro de quem recebe o Bolsa Família vai direto para o governo através dos impostos indiretos pagados na compra de qualquer mercadoria, que pode ser um simples pacote de bolacha. Então fique atento, quando um empresário lhe dizer que paga muitos impostos segure a carteira e fique esperto pois você está diante de um grande mentiroso.suco detox

Morre hoje a professora Nadir

O Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida

Morre hoje a professora Nadir Nadir Silva Santos.

Nadir  Silva Santos
Nadir Silva Santos

Tudo na vida tem um grande sentido quando a vida que se faz vida torna-se
vida na vida daqueles que lutam para fazer com que outros possam ter vida e vida
em abundância.

A Familia CEMA presta as suas homenagens póstuma pelo falecimento da nossa eterna diretora Nadir da Silva Santos.

Feira do Conhecimento do Colégio Estadual Mandinho Almeida

Feira do Conhecimento do Colégio Estadual Mandinho Almeida em Conceição do Almeida – Bahia – Brasil

Desfile de conclusão
Desfile de conclusão da gincana pedagógica 2014

Nos dias 10 e 11 de dezembro de 2014 acontecerá mais uma  feira do conhecimento no Colégio Estadual Mandinho Almeida onde os alunos  apresentarão  em forma de stand ou representação teatral atividades educativas baseado no tema : Saúde publica tendo como reflexão  vida saudável. Esse instrumento  de  avaliação do projeto Avaliação Global e Inclusiva  aplicado nessa instituição de ensino tem contribuído bastante para o aumento do nível de aprendizagem dos nossos educandos.

O fim de um ciclo e a necessidade de avançar

João Pedro Stédile: O fim de um ciclo e a necessidade de avançar

João Pedro Stédile: O fim de um ciclo e a necessidade de avançar
João Pedro Stedile é um economista e ativista social brasileiro. É graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México

O MST tem se posicionado criticamente em relação ao governo, sobretudo na questão agrária, mas não só. Em quem você vai votar no domingo?

Stédile –Vou votar na Dilma, no Tarso Genro, no Olívio Dutra e nos candidatos a deputado que o MST apoia no Rio Grande do Sul. Eu e a ampla maioria do povo brasileiro queremos, no entanto, mudanças. Mudanças para melhorar as condições de vida do povo.

O neodesenvolvimentismo praticado até agora foi importante para barrar o neoliberalismo e gerar uma transição.

Resgatou-se o papel do Estado e o crescimento com distribuição da renda. Porém, essa política se esgotou, tanto é que vários setores da burguesia agora estão na oposição. E se esgotou também por conta da conjuntura econômica internacional. O próximo mandato precisa fazer mudanças estruturais, que alterem a política econômica e com ela o superávit primário e a matriz tributária. São requisitos para canalizar recursos necessários aos 10% do PIB na educação, à saúde, moradia, reforma agrária e aos pesados investimentos em transporte público de qualidade, que a população cobra. No campo político, é necessário convocar uma assembleia constituinte.

É o único caminho para uma profunda reforma no sistema política. Queremos mudanças também na forma de conduzir a política agrícola e agrária. Se o governo Dilma não tiver forças para caminhar nessa direção teremos quatro anos de instabilidade politica. O povo voltará as ruas.

Por que, em sua opinião, os governos do PT não cumpriram integralmente as agendas e compromissos firmados com os movimentos sociais?

Stédile– Bem, em primeiro lugar, não considero os governos Lula e Dilma do PT, propriamente. Foram governos de composição de classes, em que estavam todas as classes sociais, desde o banqueiro Meireles, até os mais pobres do Bolsa Família. Em termos partidários houve uma coalização com mais de dez partidos, com o eterno peso conservador do PMDB e demais oportunistas.

O fim de um ciclo e a necessidade de avançar
Leonardo Boff
Nome completo Genézio Darci Boff
Nascimento 14 de dezembro de 1938 (75 anos)
Concórdia, SC
Nacionalidade brasileiro
Cônjuge Márcia Monteiro da Silva Miranda
Ocupação teólogo, filósofo, escritor, professor, ecologista
Gênero literário Teologia
Movimento literário Teologia da Libertação
Magnum opus Igreja: carisma e poder
Religião católico
Página oficial
www.leonardoboff.com

Por outro lado, foram governos que ainda viveram um período histórico de refluxo dos movimentos massas, derrotados política e ideologicamente na década de 80, e que não conseguiram ainda retomar a ofensiva da luta nas ruas. E por fim, o PT como maior partido da esquerda, com toda sua influencia nas massas e nas organizações populares, abdicou de seu papel de organizador político, renunciou ao dever de formador ideológico, resignou-se ao medíocre papel de disputar cargos públicos. Por isso, esclerosou-se ideologicamente. Esperamos que no próximo período haja uma retomada do movimento de massas. As mobilizações de junho já foram um sinal de alerta.

E o plebiscito pela Constituinte da reforma política, com quase oito milhões de eleitores participando, outro.
Diante da frente única conservadora –que por um momento parecia levar Marina à vitória contra Dilma– o PT mudou seu discurso. Em SP, em um balanço da campanha, no dia 5 de setembro, Lula disse que era preciso demarcar o campo de classe da eleição. É um sinal de mudança também?
Stédile –A candidatura Dilma teve a sorte de que a burguesia se dividiu: parte a apoia; parte ao Aécio e parte a Marina. Eles não encontraram uma liderança que pudesse expressar a vontade de mudanças da ótica da direita. Nem Aécio, nem Marina expressam isso. As campanhas eleitorais foram sequestradas pelo financiamento das empresas e pela lógica dos marqueiteiros. Isso tirou o povo da disputa real. Pior: tirou a possibilidade de debate real sobre os problemas do país. Virou uma disputa de marqueteiro.

As pessoas que estão na rua com propaganda o fazem por DINHEIRO. É emprego, não convicção. É mais uma evidência da crise de participação e representação. Creio que Lula, porém, que ainda é a maior liderança popular que temos, percebeu isso, e foi o grande destaque dos comícios e intervenções nessa campanha, porque fez a leitura da situação da luta de classes, e defendeu a necessidade de uma assembleia constituinte para fazer uma profunda reforma política, que recoloque o povo, a militância e a luta por ideias e projetos no centro da disputa.

O peso da correlação de forças explica, em parte, o engessamento de muitas bandeiras progressistas. Por que em 12 anos de governos progressistas não se conseguiu mudar essa correlação de forças?
Stédile – Por vários fatores conjugados. A derrota de 89, a hegemonia do neoliberalismo e império onipotente dos Estados Unidos, impuseram uma derrota política, econômica e ideológica a toda classe trabalhadora no mundo. Essas derrotas, em geral demoram uma geração para que a classe entenda, amadureça e volte a tomar iniciativa da luta. O processo de desindustrialização de nossa economia, por outro lado, quebrou a espinha da classe operária industrial, que era nosso setor mais organizado, mais forte e mais politizado, no qual Lula e o PT foram gerados. Estamos ainda vivendo uma crise ideológica na esquerda mundial.

Falta-nos um projeto claro de transição do capitalismo para o socialismo. Isso tudo dificulta a construção de processos unitários e de programas de curto prazo para as forças populares, que mudem a correlação de forças. E por fim, porque o PT, sendo o maior partido de esquerda, como disse, não conseguiu levar adiante a formação política e a disputa ideológica entre seus militantes e na sociedade. Não se pode conceber que um partido que tenha 800 mil filiados, não tenha cursos de formação política, não tenha sequer um jornal nacional que oriente e debata com a militância política
Em que medida o monólogo conservador da mídia interdita essa mudança na correlação de força?

 

Stédile– A burguesia faz sua parte para manter a hegemonia econômica, política e ideológica na sociedade. Ela não fica esperando por nós. Para isso, controla e opera três instrumentos políticos simultaneamente. Em primeiro lugar, tem o controle absoluto do poder judiciário –basta ver o comportamento do STF no processo AP 470, ou a desfaçatez de juízes que se atribuem um auxílio moradia de 4.600, reais por mês, ao mesmo tempo em que não hesitam em autorizar ações de despejo contra todas ocupações dos que lutam pelo direito à habitação .

Em segundo lugar, controla o parlamento, cada vez mais refém das 117 empresas que financiam 90% das campanhas dos candidatos nesse país. Transformaram o parlamento num balcão de negócios e trincheira de ideias conversadoras para a destruição dos direitos conquistados desde 1988, na Constituinte. E por último, controla de forma absoluta os meios de comunicação de massa. A Globo é hoje o principal partido ideológico da burguesia brasileira. É ela que exerce o papel de orientador político e de formação ideológica das massas, com as ideias da burguesia. Por isso é fundamental uma reforma política ampla e profunda, que envolva não só a forma de eleger os candidatos ao governo e ao parlamento.
Mas também o papel do poder do judiciário e a democratização dos meios de comunicação. Sem isso não teremos democracia. Nem a burguesa!
Diante da fragilidade de suas apostas eleitorais, o conservadorismo já faz baldeação para um outro comboio: a tese de que um ‘ajuste doloroso’ na economia será inevitável em 2015, ganhe que ganhar. Trata-se de uma tentativa de desossar um segundo governo Dilma por antecipação?
Stédile — A burguesia usará todas as armas que mencionamos para radicalizar a subordinação do Brasil à economia dos Estados Unidos, vale dizer, aos interesses dos bancos e das corporações internacionais. Querem o país como mero exportador de commodities, minerais, energéticas e agrícolas. Mas isso não gera empregos e nem desenvolve a economia. O pré-sal pode ter um papel, porém setorial.

Nós, dos movimentos sociais, lutaremos para que haja mudança efetiva. Isso inclui mudar a política burra do superávit primário para pagar juros a 15 mil famílias, e redirecionar os recursos a investimentos produtivos, educação, saúde e transporte público. Precisamos de uma reforma tributária que inverta a matriz atual, que só penaliza os trabalhadores. O governo deve controlar a taxa de juros, não só a Selic, mas também as taxas impostas pelos bancos ao povo, que paga em média 48% de juros ao ano. E intervir no câmbio, para evitar que a indústria brasileira esfarele. Finalmente, é urgente revogar a lei Kandir. Essa é um absurdo.

Bilionárias exportações de commodities minerais, energéticas e agrícolas não pagam imposto no Brasil. Um DINHEIRO que poderia contribuir para investir em serviços públicos é legalmente sonegado à população. A Vale do Rio Doce, por exemplo, exportando bilhões e bilhões de toneladas de ferro e não paga nada de imposto. Somos o maior exportador de soja do mundo. E ninguém paga imposto! Na Argentina, os exportadores de soja pagam 40%. Como se vê, será um período de intensa disputa, em torno dos rumos da política econômica. E se a mudança frustrar o interesse dos trabalhadores, entraremos numa crise política grave.
O que você diria à juventude que hesita em votar em Dilma pelas razões discutidas acima?

Stédile –A juventude tem direito a ser desconfiada e votar em quem quiser. Há motivos para não acreditar até maiores do que para acreditar. Em função da conjuntura histórica exposta aqui, vivemos um período em que a juventude esteve ausente da política, e não pôde participar de nenhuma instituição. Nem na igreja, nem nos sindicatos, nem nos partidos. E muito menos nos governos, que só chamam as lideranças na hora em que a água ferve. Então, a juventude esta desanimada com a política institucional. É saudável.

Se estivessem satisfeitos já estariam velhos e conservadores. Mas ela precisa participar da política de outra forma e mais intensa. Agora mesmo no mutirão do plebiscito pela Constituinte da reforma política, a condução do processo foi basicamente da juventude. Não basta, porém. Ela precisa se vincular às organizações da classe trabalhadora, para que juntos possamos construir um programa unitário de mudanças. Protesto é só o começo. Ele não constrói a mudança. A s mudanças virão de um programa unitário, que consiga aglutinar as forças organizadas do povo, da classe trabalhadora, tendo a juventude como participantes ativos.

Nas eleições acho que a juventude vai ficar entre abstenção, voto nulo, voto na Dilma e na Luciana Genro. Percebo que a juventude que votou na Marina em 2010 desencantou-se com ela.

No documentário, ‘Em busca da terra sem veneno’, você aponta a necessidade de um aggiornamento da bandeira da reforma agrária. Que reforma agrária responde aos desafios do século XXI?
Stédile – No século passado, a reforma agrária respondia a uma necessidade de democratizar a propriedade da terra. A luta principal, portanto, era contra o latifúndio, em geral improdutivo. De um modo geral, esse programa de reforma clássico ocorreu no âmbito de governos burgueses nacionalistas. No Brasil, nunca conseguimos fazer esse tipo de reforma agrária. O mais próximo disso ocorreu na crise de 64, com a proposta de reforma do Celso Furtado- Goulart. O MST se desenvolveu com base nesse programa, de terra para quem nela trabalha.

Infelizmente, ele não se realizou no Brasil. Agora, com o capitalismo financeiro e as corporações transnacionais dominando a agricultura, a disputa não é apenas por terra. A disputa é pelo modelo de produção agrícola. A disputa é pelo destino dos recursos naturais. Precisamos mudar o modelo. Em primeiro lugar, para produzir alimentos sadios a toda sociedade. Comida sem veneno. Ao mesmo tempo, adotar a matriz tecnológica da agroecologia: produzir em equilíbrio com a natureza, sem destruir a biodiversidade que altera o meio ambiente e o clima.

E precisamos organizar agroindústrias na forma cooperativa, para processar esses alimentos. Por isso, agora estamos diante de um novo modelo que chamamos de reforma agrária popular.Essa é uma bandeira que não interessa apenas ao camponês, que antes queria apenas terra para trabalhar. Agora, as mudanças, interessam a todo povo. Interessa a quem não quer adoecer ou morrer de câncer por conta da ingestão de agrotóxico, que tem no Brasil o maior consumidor mundial. Interessa aos que sofrem na cidade, expulsos do campo; e aos que se preocupam com a desordem climática em curso, como o demonstra a falta de água em São Paulo. Esse será o futuro da agricultura, e na verdade, a única possibilidade de sobrevivermos.
Assista ao documentário ‘Em busca da terra sem veneno’

05 de outubro 130 milhões de brasileiros vão as urnas

05 de outubro 130 milhões de brasileiros vão as urnas

05 de outubro 130 milhões de brasileiros vão as urnas v
O próximo dia 05 de outubro se aproxima e mais ou menos 130 milhões

O próximo dia 05 de outubro se aproxima e mais ou menos 130 milhões de brasileiros vão as urnas escolherem representantes que possam conduzir bem os destinos de uma população que tanto carece de bons executivos e legislativos para que juntos desenvolvam leis que garantam o bom desenvolvimento dessa Nação.

E para que possamos escolher bem é muito importante conhecer o perfil e as propostas dos seus candidatos e qual o real compromisso que os mesmos tem com as seguintes áreas econômica,  educação, saúde e trabalho  que é a base de sustentação de qualquer político no poder.

Se a economia, educação, saúde e trabalho estiverem atendendo as reais necessidades da  população brasileira e em especial da  classe  mais sofrida deste pais eis um bom critério para que possamos fazer uma possível escolha em relação aos candidatos que ocuparão os cargos da  República Federativa ou seja  Presidência da República , Congresso Nacional, Câmara do Senado, Governador do Estado  e representante para Assembleia Legislativa.

Por isso eleitor brasileiro  o seu voto será muito importante   não deixe que nenhuma influência externa venha interferir na decisão do seu voto pois o que está em jogo é a garantia de uma sociedade mais igualitária e que os diretos humanos seja a base de sustentabilidade  para o grande desenvolvimento desse Sistema Político democrático.