Dois pesos, duas leviandades em Marina Silva

Dois pesos, duas leviandades em Marina Silva

Marina Silva
Foto site Paulo Moreira Leite

Escrito por Paulo Moreira Leite

Depois que o nome de Eduardo Campos surgiu na delação de Paulo Roberto da Costa, Marina Silva tenta nos convencer de que é possível entrar na chuva e não se molhar.

Explico. Ao mesmo tempo em que tenta entrar no coro conservador ao falar do “apadrinhamento, da corrupção, do uso político” na Petrobras, Marina afirma que “não quer uma segunda morte de Eduardo Campos por leviandade.” Pode?
Ou a candidata denuncia a leviandade — e neste caso não lhe cabe fazer afirmações levianas sobre a maior empresa brasileira, colocando seu tijolo na preservação do mítico “mar-de-lama” criado por Carlos Lacerda para atacar as conquistas do governo Getúlio Vargas.
Ou então utiliza argumentos de natureza emocional (“segunda morte”) para fugir do debate real, finge que sua campanha não tem nada a ver com isso e segue na corrida atrás de votos procurando a criminalizar os adversários.
O que não dá é ficar em posturas opostas, quando convém. Ora vítima de uma possível injustiça, ora candidata imaculada. Existe algo mais “velha política”?
Governador do Estado onde foi construída a refinaria Abreu e Lima, apontada pelos adversários do governo como usina de um superfaturamento-monstro, o que está longe, muito longe, de ter sido demonstrado, Eduardo Campos chegou a ser arrolado como testemunha de defesa por Paulo Roberto da Costa e lutou arduamente para não ser ouvido. Por que o delator de hoje acreditava que Eduardo Campos pudesse ser útil em sua defesa de ontem?
Não sabemos.

 

O que ele poderia não dizer, atitude que, do ponto de vista jurídico, pode ser ainda mais decisiva?
Não sabemos.
Mas sabemos que o delator Paulo Roberto da Costa convocou uma testemunha para sua defesa — Eduardo Campos. Nenhum ministro, senador ou deputado foi acionado nessas mesmas condições. O tesoureiro do PT João Vacari não foi, nem o deputado Candido Vaccareza.
Contrariado com a convocação, Eduardo Campos travou uma negociação difícil para não ser obrigado a atender ao pedido.
Marina agiu de forma parecida quando se verificou que o PSB fazia campanha com um avião registrado em nome de laranjas.
Ela própria só não embarcou no vôo da tragédia porque naquela manhã Eduardo Campos se dirigia para um seminário ao qual a vice não tinha interesse em comparecer.
Marina viajou seis vezes no Cessna que caiu em Santos. Segue normalmente em campanha. Prometeu solenemente dar explicações que nunca vieram. Mas segue falando em “corrupção”, “apadrinhamento”, “uso político.”
Isso acontece porque o moralismo — que é uso seletivo e maroto de princípios éticos com fins políticos — é uma moeda de troca eleitoral. O mensalão do PSDB-MG segue a grande prova definitiva a respeito.
Há outro caso ilustrativo, também.

 

Curiosamente, Julio Delgado, deputado do PSB de Marina, é relator no processo de cassação do petista André Vargas, que segue em pauta no Congresso e deve ser resolvido até o final do ano. Em 2005, Delgado foi relator do processo que levou a cassação de José Dirceu. Procure na acusação um fiapo de prova contra o então deputado. Não vai encontrar.
O caso desta vez tem a ver com outro jatinho particular, também.
Após muitos murmúrios que nada provaram, Vargas encontra-se na mesma situação de sempre.
Sérgio Moro, o juiz que é reponsável pela Operação Lava a Jato, escreveu que não foram encontratos indícios de “relações criminosas” entre André Vargas e Yousseff. Repito: não foram encontrados indícios de relações criminosas.
A única acusação contra ele é ter viajado com a família num jatinho de Alberto Yousseff, o doleiro do esquema de Paulo Roberto da Costa, aquele que considerou que Eduardo Campos poderia ser útil em sua defesa. Se a Justiça coloca suspeitas sobre os negócios de Yousseff, não coloca em dúvida a propriedade do avião.
Embora o deputado tenha até pago pelo combustível usado na viagem, ele pode ser criticado por ter aceito favores indevidos de um empresário com vários interesses junto ao governo. Está certíssimo. É gravíssimo.
Mas, sendo assim, imagine o que se pode pensar de um jato que andava por aí, como um cachorro sem dono, com um candidato a presidente e sua vice a bordo, prometido a um proprietário de assinatura ilegível.
É disso que estamos falando.

 

Mesmo levando em conta as diferenças fundamentais que a visão convencional enxerga nos personagens é difícil deixar de imaginar que a aproximação entre Neca Setubal e Marina tenha produzido grande influência nas ideias e propostas da candidata nos últimos quatro anos. Foi uma aproximação que incluiu o pagamento de 83% das receitas da ONG montada por Marina após a campanha presidencial. Uma mesada de mãe para filha.
O programa de governo de Marina inclui pontos de extrema importância para os negócios da família Setubal, nós sabemos: desde a autonomia do Banco Central, que a própria candidata condenara meses antes, o fim dos créditos direcionados, a redução de impostos do sistema financeiro, e assim por diante. Não estamos falando de um negócio aqui, outro ali. Não é um caso Labogen, laboratório no qual Yousseff tinha interesses, sem que se tenha demonstrado que André Vargas tenha feito qualquer esforço suspeito para lhe prestar auxílio.
Estamos falando de mudar o rumo de um país, a sétima economia do mundo, com um PIB de R$ 4,8 trilhões, alterando suas prioridades para a distribuição de renda, o mercado interno.
Você pode achar errado usar palavras feias, como “apadrinhamento, uso político” para falar a respeito dessa mudança.
Mas sabemos muito bem do que se trata, não é mesmo?

 

(Se você gostou do título, saiba de uma coisa: não passa de uma versão do célebre título de Janio de Freitas na cobertura da AP 470, o mensalão PSDB-MG e do esquema de Marcos Valério-Delúbio: “2 pesos, dois mensalões”

Leornado do Boff reflete sobre Marina

Leonardo Boff, sobre Marina: “Pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora”

Leonardo Boff, sobre Marina: “Pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora”
Leonardo Boff, sobre Marina: “Pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora”

por Conceição Lemes

Leornado do Boff reflete sobre Marina – Leonardo Boff é um dos mais brilhantes e respeitados intelectuais do Brasil. Teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação. Ficou conhecido pela sua história de defesa intransigente das causas sociais. Atualmente dedica-se sobretudo às questões ambientais.

Ele conhece Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, desde os tempos em que ela atuava no  Acre e estava muito ligada à Teologia da Libertação. Acompanhou toda a sua trajetória.

Em 2010, chegou a sonhar com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão,  chegar a presidente do Brasil. Hoje, não.

“Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar”, observa Boff em entrevista exclusiva ao Viomundo.

Para Boff, Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal.

“Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros”, alerta.  “Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de ‘austeridade fiscal’ que está afundando as economias da zona do Euro”.

Sobre a  autonomia do Banco Central prevista no programa de Marina, Boff detona:  “Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países”.

Veja a íntegra da nossa entrevista. Nela, Leonardo Boff aborda o  recuo de Marina em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa, a influência de Silas Malafaia, Neca Setúbal (Banco Itaú), Guilherme Leal (Natura) e do economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Também a autonomia formal do Banco Central e o risco de ela sofrer impeachment.

Viomundo — Na última sexta-feira, Marina lançou o seu programa de governo, que previa o reconhecimento da união homoafetiva e a criminalização da homofobia. Bastou o pastor Malafaia tuitar quatro frases para ela voltar atrás. O que achou dessa postura? É cristão não criminalizar a homofobia, que frequentemente provoca assassinatos?

Leonardo Boff — Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar. Numa ocasião, ela chegou a declarar que um dos objetivos desta eleição é tirar o PT do poder, o que faz supor mágoas não digeridas contra o PT que ajudou a fundar.

O Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus à qual Marina pertence, é o seu Papa. O Papa falou, ela, fundamentalisticamente obedece, pois vê nisso a vontade de Deus. E, aí, muda de opinião. Creio que não o faz por oportunismo político, mas por obediência à autoridade religiosa, o que acho, no regime democrático, injustificável.

Um presidente deve obediência à Constituição e ao povo que a elegeu e não a uma autoridade exterior à sociedade.

Viomundo — Qual o risco para a democracia brasileira de alguém na presidência estar submissa a visões tão retrógradas em pleno século XXI, ignorando os avanços, as modernidades?

Leonardo Boff — Um fundamentalista é um dos atores políticos menos indicado  para exercer o cargo da responsabilidade de um presidente. Este deve tomar decisões dentro dos parâmetros constitucionais, da democracia e de um estado laico e pluralista. Este tolera todas as expressões religiosas, não opta por nenhuma, embora reconheça o valor delas para a qualidade ética e espiritual da vida em sociedade.

Se um presidente obedece mais aos preceitos de sua religião do que aos da Constituição, fere a democracia e entra em conflito permanente com outros até de sua base de sustentação, pois os preceitos de uma religião particular não podem prevalecer sobre a totalidade da sociedade.

A seguir estritamente nesta linha, pode acontecer um impeachment à Marina, por inabilidade de coordenar as tensões políticas e gerenciar conflitos sempre presentes em sociedades abertas.

Viomundo — Lá atrás Marina Silva esteve ligada à Teologia da Libertação. Atualmente, é da Assembleia de Deus. O que o senhor diria dessa trajetória religiosa? O que representa essa guinada para o conservadorismo exacerbado?

Leonardo Boff – Respeito a opção religiosa de Marina bem como de qualquer pessoa. Eu a conheço do Acre e ela participava dos cursos que meu irmão teólogo Frei Clodovis (trabalhava 6 meses na PUC do Rio e 6 meses na igreja do Acre) e eu dávamos sobre Fé e Política e sobre Teologia da Libertação.

Aqui se falava da opção pelos pobres contra a pobreza, a urgência de se pensar e criar um outro tipo de sociedade e de país, cujos principais protagonistas seriam as grandes maiorias pobres junto com seus aliados, vindos de outras classes sociais. Marina era uma liderança reconhecida e amada por toda a Igreja.

Depois, ao deixar o Acre, por razões pessoais, converteu-se à Igreja Assembleia de Deus. Esta se caracteriza por um cristianismo fundamentalista, pietista e afastado das causas da pobreza e da opressão do povo. Sua pregação é a Bíblia, preferentemente o Antigo Testamento, com uma leitura totalmente descontextualizada daquele tempo e do nosso tempo. Como fundamentalista é uma leitura literalista, no estilo dos muçulmanos.

Politicamente tem consequências graves: Marina pôs o foco no pietismo e no fundamentalismo, na vida espiritual descolada da história presente e quase não fala mais da opção pelos pobres e da libertação. Pelo menos não é este o foco de seu discurso.

A libertação para ela é espiritual, do pecado e das perversões do mundo. Com esse pensamento é fácil ser capturada pelo sistema vigente de mercado, da macroeconomia neoliberal e especulativa.

Isso é inegável, pois seus assessores são desse campo: a herdeira do Banco Itaú Maria Alice (Neca), Guilherme Leal da Natura e o economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Os pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora.

E eu que em 2010 sonhava com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão, dos operários explorados das grandes fábricas, dos invisíveis, alguém que viria dos fundos da maior floresta úmida do mundo, a Amazônia, chegar a ser presidente de um dos maiores países do mundo, o Brasil?! Esse sonho foi uma ilusão que faz doer até os dias de hoje. Pelo menos vale como um sonho que nunca morre!

Viomundo — O programa de Marina prevê autonomia ao Banco Central. O que acha dessa medida?

Leonardo Boff — Eu me pergunto, autonomia de quem e para quem?

Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. Um presidente/a é eleito para governar seu povo e um dos instrumentos principais é o controle monetário que assim lhe é subtraído. Isso é absolutamente antidemocrático e comporta submissão à tirania das finanças que são cada vez mais vorazes, pondo países inteiros à falência como é o caso da Grécia, da Espanha, da Itália, de Portugal e outros.

Viomundo — Essa medida expressa a influência de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, no seu futuro governo?

Leonardo Boff — Quem controla a economia controla o país, ainda mais que vivemos numa sociedade de “Grande Transformação” denunciada pelo economista húngaro-americano Karl Polaniy ainda em 1944 quando, como diz, passamos de uma sociedade com mercado para uma sociedade só de mercado. Então tudo vira mercadoria, inclusive as coisas mais sagradas como água, alimentos, órgãos humanos.

A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países. A partir desse controle, estabelecem os níveis dos juros, a meta da inflação, a flutuação do dólar e a porcentagem do superávit primário (aquela quantia tirada dos impostos e reservada para pagar os rentistas, aqueles que emprestaram dinheiro ao governo).

Os bancos jogam um papel decisivo, pois é através deles que se fazem os repasses dos empréstimos ao governo e se cobram juros pelos serviços. Quanto maior for o superávit primário a alíquota Selic mais lucram. Pode ser que a citada Neca Setúbal tenha tido influência para que a candidata Marina acreditasse neste receituário, velho, antipopular, danoso para as grandes maiorias, mas altamente benéfico para o sistema macroeconômico vigente.

Viomundo — As avaliações feitas até agora mostram que o programa econômico de Marina é o mesmo de Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência. São neoliberais. O que representaria para o Brasil o retorno a esse modelo? O senhor acha que, se eleita, o governo Marina teria conotações neoliberais?

Leonardo Boff — Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros.

Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de “austeridade fiscal” ,que está afundando as economias da zona do Euro e não deram certo em lugar nenhum do mundo, se olharmos a política econômica a partir da maioria da população. Dão certo para os ricos que ficam cada vez mas ricos, como é o caso dos EUA onde 1% da população ganha o equivalente ao que ganham 99% das pessoas. Hoje os EUA são um dos países mais desiguais do mundo.

Viomundo – Foi amplamente divulgado que Marina consulta a Bíblia antes de tomar decisões complexas. Esta visão criacionista do mundo é compatível com um mundo laico?

Leonardo Boff — O que Marina pratica é o fundamentalismo. Este é uma patologia de muitas religiões, inclusive de grupos católicos. O fundamentalismo não é uma doutrina. É uma maneira de entender a doutrina: a minha é a única verdadeira e as demais estão erradas e como tais não têm direito nenhum.

Graças a Deus que isso fica apenas no plano das ideias. Mas facilmente pode passar para o plano da prática. E, aí, se vê evangélicos fundamentalistas invadirem centros de umbanda ou do candomblé e destruírem tudo ou fazerem exorcismos e espalharem sal para todo canto. E no Oriente Médio fazem-se guerras entre fundamentalistas de tendências diferentes com grande eliminação de vidas humanas como o faz atualmente o recém-criado Estado Islâmico. Este pratica limpeza étnica e mata todo mundo de outras etnias ou crenças diferentes das dele.

Marina não chega a tanto. Mas possui essa mentalidade teologicamente errônea e maléfica. No fundo, possui um conceito fúnebre de Deus. Não é um Deus vivo que fala pela história e pelos seres humanos, mas falou outrora, no passado, deixou um livro, como se ele nos dispensasse de pensar, de buscar caminhos bons para todos.

O primeiro livro que Deus escreveu são a criação e a natureza. Elas estão cheias de lições. Criou a inteligência humana para captarmos as mensagens da natureza e inventarmos soluções para nossos problemas.

A Bíblia não é um receituário de soluções ou um feixe de verdades fixadas, mas uma fonte de inspiração para decidirmos pelos melhores caminhos. Ela não foi feita para encobrir a realidade, mas para iluminá-la. Se um fundamentalista seguisse ao pé da letra o que está escrito no livro Levítico 20,13 cometeria um crime e iria para a cadeia, pois aí se diz textualmente:  “Se um homem dormir com outro, como se fosse com mulher, ambos cometem grave perversidade e serão punidos com a morte: são réus de morte”.

Viomundo — Marina fala em governar com os melhores. É possível promover inclusão social, manter políticas que favorecem os mais pobres com uma política econômica neoliberal?

Leonardo Boff — Marina parece que não conhece a realidade social na qual há conflitos de interesses, diversidade de opções políticas e ideológicas, algumas que se opõem completamente às outras.

Lendo o programa de governo do PSB de Marina parece que fazemos um passeio ao jardim do Éden. Tudo é harmonioso, sem conflitos, tudo se ordena para o bem do povo. Se entre os melhores estiver um político, para aceitar seu convite, deverá abandonar seu partido e com isso, segundo a atual legislação, perderia o mandato.

Ela necessariamente, se quiser governar, deverá fazer alianças, pois temos um presidencialismo de coalizão. Se fizer aliança com o PMDB deverá engolir o Sarney, o Renan Calheiros e outros exorcizados por Marina. Collor tentou governar com base parlamentar exígua e sofreu um impeachment.

Viomundo — Marina é preparada para presidir um país tão complexo como o Brasil?

Leonardo Boff — Eu pessoalmente estimo sua inteireza pessoal, sua visão espiritualista (abstraindo o fundamentalismo), sua busca de ética em tudo o que faz. Estimo a pessoa,  mas questiono o ator político. Acho que não tem a inteligência política para fazer as alianças certas. O presidente deve ser uma pessoa de síntese, capaz de equilibrar os interesses e resolver conflitos para que não sejam danosos e chegar a soluções de ganha-ganha. Para isso precisa-se de habilidade, coisa que em Lula sobrava. Marina, por causa de seu fundamentalismo, não é uma pessoa de síntese,  mas antes de divisão.

Viomundo — A preservação efetiva do meio ambiente é compatível com o capitalismo selvagem dos neoliberais?

Leonardo Boff — Entre capitalismo e ecologia há uma contradição direta e fundamental. O capitalismo quer acumular o mais que pode sem qualquer consideração dos bens e serviços limitados da Terra e da exploração das pessoas. Onde ele chega, cria duas injustiças: a social, gerando muita pobreza de um lado e grande riqueza do outro; e uma injustiça ecológica ao devastar ecossistemas e inteiras florestas úmidas.

Marina fala de sustentabilidade, o que é correto. Mas deve ficar claro que a sustentabilidade só é possível a partir de outro paradigma que inclui a sustentabilidade ambiental, político-social, mental e integral (envolvendo nossa relação com as energias de todo o universo).

Portanto, estamos diante de uma nova relação para com a natureza e a Terra, onde as medidas econômicas preconizadas por Marina contradizem esta visão. Temos que produzir, sim, para atender demandas humanas, mas produzir respeitando os limites de cada ecossistema, as leis da natureza e repondo aquilo que temos demasiadamente retirado dela.

Marina quer a produção sustentável, mas mantém a dominação do ser humano sobre a natureza. Este está dentro da natureza, é parte dela e responsável por sua conservação e reprodução, seja como valor em si mesmo, seja como matriz que atende nossas necessidades e das futuras gerações.

Ocorre que atualmente o sistema está destruindo as bases físico-químicas que sustentam a vida. Por isso, ele é perigoso e pode nos levar a uma grande catástrofe. E com certeza os que mais sofrerão, serão aqueles que sempre foram mais explorados e excluídos do sistema. Esta injustiça histórica nós não podemos aceitar e repetir.

Leia também:

Pedro Zahluth Bastos: Neoliberais de Marina e Aécio querem jogar a culpa da inflação nas costas dos brasileiros

Abertura da Gincana Pedagógica

Neste Domingo na cidade de Conceição do Almeida o Colégio Estadual Mandinho Almeida  a partir das 8:00h juntamente com toda a sua comunidade escolar os alunos representados por suas equipes por séries  do  fundamental final e o Ensino Médio. Cada equipe desfilará  baseado no tema 30 anos do CEMA  desde de 1984 fazendo História, trazendo como destaque o seu casal de Miss e Mister em cima de um carro alegórico

Gincana pedagogica de 2013 referente o tema Evolução
Gincana pedagogica de 2013 referente o tema Evolução

Participe dando o seu apoio a esse grande encontro pedagógico onde os alunos serão os verdadeiros produtores de tudo que acontecerá neste grande momento de avaliação onde os estudantes serão os verdadeiros protagonista desse instrumento do projeto de Avaliação Global Inclusiva.

Carta aos trabalhadores Brasileiros

Trabalhadores do Brasil! Desta riquíssima Nação, dirijo-me as minhas humildes palavras a todos vocês, desejando que meu clamor seja ouvido em todos os cantos e esquinas desse grandioso país.

L ira Neto  Getúlio 1945-1954 Da volta pela consagração popular ao suicídio  Vol. 3
L ira Neto
Getúlio 1945-1954
Da volta pela consagração popular ao suicídio
Vol. 3

Concentrai as vossas energias e moldai a vossa consciência coletiva, não deixando envolver-se com a massificação da ideologia midiática e os representantes dessa sociedade consumista que nunca estiveram do lado da classe dos trabalhadores.

Os trabalhadores Brasileiros não deverão perder a oportunidade de manter a sua representatividade no processo politico democrático para que não sejamos enganados por discursos descomprometidos e que não tem nenhuma legitimidade para nos representar.

Os trabalhadores em sua representação máxima é, por princípio, o herdeiro e continuador dos postulados e das reais transformações desse país, que não pode ser interrompida, pelas elites perversas, a direita midiática, nem pelo arbítrio, nem pela violência. Deposito em todos trabalhadores desse pais a minha fé e a minha confiança na força dos movimentos sociais e nas fileiras dos Partidos que representam legitimamente os trabalhadores desse longínquo pais.

Que na eleição que se aproxima nós trabalhadores possamos assegurar , num sistema democrático, a representação a que temos direito e garantirmos esta coligação que por ventura vem administrando democraticamente os destinos desse Brasil para um futuro de prosperidade, de glória, de fraternidade e de Justiça.

Carta aos trabalhadores Brasileiros

Texto escrito por Marilson Carvalho Santos baseado na leitura do livro Getúlio- 1945-1954

Da volta pela consagração popular ao suicídio.

Vol.3

 

Desfile de Abertura

Fancema
Fancema fanfarra do Mandinho Almeida

No próximo dia7 de setembro as 8:00h. acontecerá o desfile de Abertura da gincana pedagógica do Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida tendo como tema de reflexão CEMA trinta anos fazendo História.

Mesa Redonda

No dia 27 de setembro fora realizado com grande sucesso a Mesa Redonda sobre os trinta anos de práticas pedagógicas do CEMA. Veja  imagens

020
Professores do CEMA
019
Confidados para o evento
018
Alunos do CEMA
017
Gestores atuais e Ex gestores
016
Convidados para o evento
015
Alunos consentrados
Praticas pedagogicas
Praticas pedagogicas

Praticas Pedagogicas do Cema

Acontecerá nesta quarta feira a partir das 8:00h. no Colégio Estadual Mandinho Almeida -Ba em comemoração aos 30 anos do Cema educando para um futuro melhor. Onde estarão presentes Ex-diretores, professores, alunos, funcionários e gestão atual.

Mesa Redonda sobre os 30anos no Mandinho Almeida

Mesa Redonda sobre os 30anos no Mandinho Almeida

Marilson Carvalho Santos

 

Mesa Redonda no próximo dia 27 de agosto do corrente ano as 8:00h. no Colégio
Estadual  Mandinho De Souza Almeida  acontecerá uma grande reflexão
sobre os 30 anos de pratica pedagógica dessa unidade escolar onde estarão
presentes professores, alunos , funcionários , pais, gestores e representantes
da comunidade farão uma reflexão temática sobre a impressão que este
estabelecimento causara em suas vidas.

Colégio Estadual Mandinho Almeida

Matemática – Aula 1 – Conjuntos – Parte 1

Matemática – Aula 1

A matemática estuda quantidades, medidas, espaços, estruturas e variações. Um trabalho matemático consiste em procurar por padrões

Matemática – Aula 2

Matemática – Aula 3

Matemática – Aula 4

Gincana Pedagógica em setembro

Fancema - escola
Fancema na abertura do desfile da gincana pedagogica

No próximo dia 7 de setembro as 9:00h acontecerá no Colégio Mandinho Almeida o grande desfile de abertura da Gincana pedagógica referente aos 30 anos do CEMA onde as equipes do fundamental II e ensino médio terão a responsabilidade de organizar um desfile de abertura sobre o seguinte tema: Desde de 1984 fazendo historia.

Gincana Pedagógica

Gincana
Gincana pedagógica- 2013

Estamos nos preparando para o grande evento a ser realizado no Colégio Mandinho Almeida- Gincana Pedagógica no próximo mês de setembro.

30 anos fazendo História.

Eleição do grêmio estudantil do Colégio estadual Mandinho Almeida

Alunos reunidos no slão nobre do CEMA
Alunos reunidos no slão nobre do CEMA

Eleição do grêmio estudantil do Colégio estadual Mandinho Almeida

Dia 27 “Mesa Redonda” Praticas Pedagógicas

Próximo dia 27 de agosto  mesa redonda 30 anos de práticas pedagógicas  do Mandinho Almeida

Encontro pedagógico
Colégio Mandinho Almeida – Encontro pedagógico

O vento tem como objetivo avaliar as praticas desenvolvidas durante os 30 anos do Mandinho Almeida.

Professor avalia os pontos no Colégio Mandinho.
Professor avalia os pontos no Colégio Mandinho. Na avaliação dos pontos negativos e positivos.

Participação na mesa redonda: Pais atuais,alunos e eis alunos

PDE interativo no Mandinho  Almeida
PDE interativo no Mandinho Almeida

 

Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida 32 anos educando

Aluno do Mandinho reunidos

Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida

Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida 32 anos educando para obter uma cidade mais humana e um cidadão totalmente comprometido com uma cidade para todos

 

Aluno do Mandinho reunidos
Aluno do Mandinho reunidos

Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida
Cód. 29164826 CNPJ: 02.032.246/0001-70
Conceição do Almeida – BA CEP: 44540 – 000
Rua Ulisses Caldas Pinto nº. 41 / 43
Tele/Fax: (75) 3629-2051 E-mail: cescalmeida@gmail.com

COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DE FUNDAÇÃO DO CEMA
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
26/07: Seminário “50 anos do Golpe Militar de 1964”
PALESTRANTES
Luiz Brasileiro
Benjamim Ferreira de Souza

27/08: Seminário: “Os 30 anos de nossas práticas pedagógicas”

Atividade Cultural: Recital de cordel “30 anos do CEMA”
Alunos do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio.
Participantes:
Prof.ª Altamira Muniz (primeira diretora da UEE)
José Gonçalves (Analista de resultados Avaliação Inclusiva)
Celidalva Reis (Coautora da proposta de Avaliação Inclusiva)
Ex-estudantes;
Ex-professores;
Ex-diretores (ainda sem confirmação)
Comunidade escolar atual.

12 e 13/09: Capacitação para o corpo Docente

Curso: Currículo e as práticas pedagógicas

07/09: Desfile Cívico com a temática da história dos 30 anos do CEMA

Participantes:
Alunos
Professores
Fanfarra escolar

23 a 26/09: GINCANA

TEMA: “CEMA desde 1984 fazendo história”
Eventos pedagógicos: 23 e 24/09
Eventos culturais: 25 e 26/09

27/09: Baile Temático
Participantes: Comunidade escolar

 

CEMA – 1993 foram certificados os primeiros Técnicos em Administração

Confraternização do Terceirão.

 No final de 1993 foram certificados os primeiros Técnicos em Administração os primeiros Professores formados no Colégio Estadual Sérgio Carneiro.

Mandinho Almeida
2014 – Foto de aliunos no Colegio Mandinho Almerida – Em poste de publicação atual.

 

Em 2000 o governo estadual liderado pelo Sr. Paulo Souto e o Secretário de Educação Eraldo Tinoco, autorizou a reforma e ampliação do colégio. Hoje, contamos com um prédio de dois pavilhões, com 16 salas de aula, um  laboratório de Informática, uma biblioteca, uma sala de direção, sanitários, sala de professores e outras dependências. Ministrando o Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série e o Ensino Médio.Em 03 de dezembro de 2009, através da Portaria 16985, o Colégio Estadual Sergio Carneiro passou a ser denominado Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida (CEMA), dando início então a um período de grandes realizações pedagógicas e intensas mudanças.

No CEMA não há alunos ideais, mas sim reais, com problemas e dificuldades inerentes a qualquer ser humano. A maior parte dos alunos são  oriundos de famílias de baixo poder socioeconômico, recebendo em sua maioria apenas um salário mínimo mensal. Cerca de 80% desses alunos são oriundos da zona rural, cujos pais possuem baixo nível de escolaridade, o que prejudica no acompanhamento dos mesmos devido à sua jornada de trabalho.

Este Estabelecimento de Ensino, hoje denominado COLÉGIO ESTADUAL MANDINHO DE SOUZA ALMEIDA, possui uma área aproximada de 1.1008,66 m². As atuais dependências físicas foram construídas na década de oitenta e inaugurada em 27 de setembro de 19, pelo então Governador do Estado, Excelentíssimo João Durval Carneiro.

Dispõe de 15 salas de aula, 01 laboratório de informática, 01 laboratório de ciências, 01 sala dos professores, 01 sala de diretoria, 01 secretaria, 01 almoxarifado, 01 biblioteca com acervo de 3.000 exemplares, 01 salão, o1 sala de coordenação, 01 cantina.O fato de ser o prédio construído há 25 anos necessita de algumas reformas e adequações:

Alunos reunidos no slão nobre do CEMA
Alunos reunidos no slão nobre do CEMA

· Necessita de melhoria para o acesso a portadores de necessidades especiais  com deficiência física, ou seja, o cadeirante.

· Condições de uso como iluminação, acústica, ventilação, limpeza, instalações sanitárias e segurança, necessitam de constantes cuidados e atenção, em todas as salas e espaços de circulação.

· As instalações administrativas são adequadas ao trabalho.

· As salas de aula necessitam de reformas estruturais como refrigeração.

· Acesso a locais de alimentação estão estrategicamente localizadas e atendem o que determina a legislação pertinente.

· Os espaço para reuniões, apresentações de atividades pedagógicas necessitam de uma estrutura melhor, pois que é na entrada da instituição.

.  A quadra de esportes também precisa ser coberta.

2.2  DADOS DA ESCOLA EM 2008/2009

 

Aproveitamento dos alunos da 5ª – 8ª série/ 6º – 9º ano do Ensino Fundamental

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Ano de Referencia: 2008
SÉRIE Matrícula Inicial Admitidos após mês de março Afastados por Abandono Afastados por Transferências Matrícula Final Aprovados Reprovados Taxa de Aprovação Taxa de Reprovação Taxa de Abandono
5ª/6º 71% 23% 4%
6ª/7º 73% 24% 2%
7ª/8º 76% 19% 4%
8ª/9º 80% 18% 0%
TOTAL 685 14 17 171 511 395 116 75% 22% 3%

No CEMA não há alunos ideais, mas sim reais

   No CEMA não há alunos ideais, mas sim reais

Alunos do colegio CEMA

MARCO SITUACIONAL
2.1 Contexto Escolar

No final de 1993 foram certificados os primeiros Técnicos em Administração os primeiros Professores formados no Colégio Estadual Sérgio Carneiro. Em 2000 o governo estadual liderado pelo Sr. Paulo Souto e o Secretário de Educação Eraldo Tinoco, autorizou a reforma e ampliação do colégio. Hoje, contamos com um prédio de dois pavilhões, com 16 salas de aula, um  laboratório de Informática, uma biblioteca, uma sala de direção, sanitários, sala de professores e outras dependências. Ministrando o Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série e o Ensino Médio.Em 03 de dezembro de 2009, através da Portaria 16985, o Colégio Estadual Sergio Carneiro passou a ser denominado Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida (CEMA), dando início então a um período de grandes realizações pedagógicas e intensas mudanças.

Colegio Mandinho Almeida
Colegio Mandinho Almeida

No CEMA não há alunos ideais, mas sim reais, com problemas e dificuldades inerentes a qualquer ser humano. A maior parte dos alunos são  oriundos de famílias de baixo poder socioeconômico, recebendo em sua maioria apenas um salário mínimo mensal. Cerca de 80% desses alunos são oriundos da zona rural, cujos pais possuem baixo nível de escolaridade, o que prejudica no acompanhamento dos mesmos devido à sua jornada de trabalho.

O Colégio Estadual Sergio Carneiro, fundado em 27 de Setembro de 1984
O Colégio Estadual Sergio Carneiro, fundado em 27 de Setembro de 1984

Este Estabelecimento de Ensino, hoje denominado COLÉGIO ESTADUAL MANDINHO DE SOUZA ALMEIDA, possui uma área aproximada de 1.1008,66 m². As atuais dependências físicas foram construídas na década de oitenta e inaugurada em 27 de setembro de 19, pelo então Governador do Estado, Excelentíssimo João Durval Carneiro.

Dispõe de 15 salas de aula, 01 laboratório de informática, 01 laboratório de ciências, 01 sala dos professores, 01 sala de diretoria, 01 secretaria, 01 almoxarifado, 01 biblioteca com acervo de 3.000 exemplares, 01 salão, o1 sala de coordenação, 01 cantina.O fato de ser o prédio construído há 25 anos necessita de algumas reformas e adequações:

 

· Necessita de melhoria para o acesso a portadores de necessidades especiais  com deficiência física, ou seja, o cadeirante.

· Condições de uso como iluminação, acústica, ventilação, limpeza, instalações sanitárias e segurança, necessitam de constantes cuidados e atenção, em todas as salas e espaços de circulação.

· As instalações administrativas são adequadas ao trabalho.

· As salas de aula necessitam de reformas estruturais como refrigeração.

· Acesso a locais de alimentação estão estrategicamente localizadas e atendem o

MARCO SITUACIONAL 2.1 Contexto Escolar

  1. MARCO SITUACIONAL

2.1 Contexto Escolar

Patio da do Colégio
A sociedade contemporânea espera de todas as instituições

O Colégio Estadual Sergio Carneiro, fundado em 27 de Setembro de 1984, situado à rua Dr. Ulisses Caldas Pinto, nº 41/43 – Centro, em Conceição do Almeida – Bahia, nasceu da luta de um grupo da comunidade liderado pelo Exmº Sr. Hermando Mandinho  de Souza Almeida. Inicialmente funcionava o 1º grau do Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série na casa de um dos fundadores, o Sr. Hermando de Souza Almeida, “Mandinho”, em seguida veio instalar-se em um prédio que funcionava como Armazém de beneficiar tabaco, sem nenhuma condição em sua estrutura física.

 

Em 1989, o Governador da época o Sr. João Durval Carneiro autorizou a construção do Prédio para funcionar o Colégio Estadual Sérgio Carneiro, nome que homenageia o filho do governador. No prédio de construção da U.E.E, as aulas foram ministradas em um salão Paroquial, pertencente à Igreja matriz da cidade. Nos meados dos anos 90, foi inaugurado o novo Colégio, sob a direção da Professora Altamira Muniz da Silva e Dilma Caldas como Coordenadora de ensino.

Durante o primeiro ano de funcionamento todos os funcionários, inclusive professores não foram remunerados. Em seguida foi Diretor o Professor Paulo Moraes que depois passou a Direção para a Professora Maria das Graças Duarte Cardoso. Em 1990, assumiu a direção a professora Nadir da Silva Santos, que permaneceu até março de 2007. A primeira medida tomada ao assumir, foi a oficialização e o reconhecimento da SEC dos Cursos de 2º Grau de Técnico em Administração e Formação de Professores – antigo magistério – vindo a acontecer em 1996.

No final de 1993 foram certificados os primeiros Técnicos em Administração os primeiros Professores formados no Colégio Estadual Sérgio Carneiro. Em 2000 o governo estadual liderado pelo Sr. Paulo Souto e o Secretário de Educação Eraldo Tinoco, autorizou a reforma e ampliação do colégio. Hoje, contamos com um

A sociedade contemporânea – II. INTRODUÇÃO

II. INTRODUÇÃO

Alunos do colergio CEMA
A sociedade contemporânea espera de todas as instituições que a compõe, ação, criatividade

A sociedade contemporânea – II. INTRODUÇÃO

A sociedade contemporânea espera de todas as instituições que a compõe, ação, criatividade, parcerias, produção, empreendedorismo, competências e qualidade, com vistas às necessidades sociais vigentes. Neste sentido, o Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida tem como objetivo promover uma Educação de qualidade para os seus educandos. Essa educação perpassa pela produção de conhecimentos e profissionais competentes, ativos, críticos, participativos, comprometidos e, além de tudo, humanos. Nessa perspectiva, adotaremos práticas pedagógicas contextualizadas e críticas, estimuladoras e promotoras da cidadania, que considerem o ser humano um ser global, social e histórico.

Todas as questões que envolvem o fazer pedagógico e as suas relações com o currículo, conhecimento e com a função social da escola, favorece a um pensar e uma reflexão contínua de todos os envolvidos neste processo. Que Escola queremos construir? Que conhecimentos nossos alunos/as precisarão ter para de fato, exercer a sua cidadania, nesta sociedade tão cheia de conflitos? Conflitos estes que estão presentes no espaço escolar, nas relações pessoais, no confronto das idéias, e também no surgimento de novas concepções, das dúvidas e da necessidade do diálogo entre os sujeitos aprendentes (comunidade escolar).

Aula matemática aula 07

Aula matemática aula 07

Aula matemática.

Colegio Mandinho
Colegio Mandinho

Matèmateca aula 75

Matemática – Aula 74

Matèmateca aula 75